03/05/2011

ao cubo.

ventos suspirados
bocas mordem
cubos de gelo
no topo do iceberg
de nossos corações

é polo norte
em nossa cama
de águas
feitas de insólito
inverno.

10 comentários:

Cáh disse...

qualquer comentário aqui não vai fazer diferença. Curto, lindo...


beijo

Sirlara Wandenkolk disse...

congelou tudo que era doce (?)

- Mateus Bernstein disse...

derreteu-se tudo que era gelo com amor, com fervor.

Érica Araújo disse...

Belo poema!

Aguardo o próximo catítulo...

Thaiany Almeida disse...

cada vez mais direto e profundo, adorei..

disse...

ótima construção, versos que gelam por dentro

Alicia disse...

Inferno.

J. Sampaio disse...

Difícil comentar os seus textos, são bons demais.

*-*

J. Sampaio disse...

Roberto,

tem selo em meu blog para ti. *-*

http://entaosoupoesia.blogspot.com/p/selos.html

Beijo

Lady Madonna disse...

Que tortura! hahahaha